O texto abaixo é parte integrante do livro RADIESTESIA HOJE, de autoria de Neuci Gonçalves. Contatos com o autor podem ser feitos através do e-mail: neucigoncalves@oi.com.br
RADIESTESIA E ATITUDE MENTAL
Mesmo quando o operador trabalha com radiestesia física não se pode afastar a interação de sua mente e de suas emoções com qualquer processo radiestésico. É importante para o êxito de uma pesquisa que o operador saiba se utilizar de seu psiquismo, assumindo atitudes mentais adequadas. Uma boa orientação mental sempre ajudará na confecção ou valorização de testemunhos, na perfeita recepção dos raios radiestésicos e na correta interpretação dos resultados obtidos. Existe uma total e permanente interação energética entre o radiestesista, o seu pêndulo e o objeto de sua pesquisa. Para desenvolver um trabalho adequado deve-se sempre partir de uma convenção mental clara e invariável.
O objetivo da pesquisa deve ser bem definido e o radiestesista deve concentrar toda a sua atenção e vontade na busca de um resultado eficaz. Após a concentração o radiestesista assume um estado de espera.
O processo radiestésico está totalmente baseado em um sentido especial do operador. O sentido radiestésico é inato no homem e o radiestesista apenas o tem mais desenvolvido devido a um treinamento sistemático. Segundo Malcolm Rae, radiestesista e radionicista inglês, o sentido radiestésico funciona no nível intuitivo e deve ser expurgado o máximo possível de intromissões do intelecto e da imaginação. As respostas obtidas podem provir do próprio operador (do subconsciente ou do inconsciente), do inconsciente coletivo, da chamada Memória da Natureza (registros akáshicos) ou ainda da Mente Divina, Inteligência Cósmica ou qualquer nome que se possa dar a Suprema Força Pensante Criadora do Universo.
O radiestesista pode ser considerado como um sensibilíssimo ressonador-oscilador capaz de funcionar em variadíssimas faixas energéticas emanadas tanto do Macrocosmos quanto do Microcosmos. Devido à sensibilidade desse maravilhoso biocomputador, diversas influências internas e externas podem afetar os resultados de uma pesquisa radiestésica. Dentre elas destacamos:
a) Interferência mental consciente
b) Fadiga física ou mental
c) Estados emocionais alterados
d) Doenças de qualquer espécie
e) Interferências de emissões estranhas ao objetivo da pesquisa (de origem física, psíquica ou espiritual)
Para evitar as influências psíquicas de terceiros o operador não deve trabalhar na presença de pessoas susceptíveis, hostis, doentes, negativistas ou emocionalmente desequilibradas. Tais pessoas podem provocar, por teleplastia ou vampirismo energético, a neutralização temporária das faculdades radiestésicas do operador.
Antoine Luzy, em seu magistral livro “La Radisthesie Moderne”, sintetiza nas seguintes etapas o processo radiestésico.
a) Convenção mental: é uma convenção que o operador estabelece consigo mesmo sobre as indicações fornecidas pelos instrumentos radiestésicos e sua interpretação. A convenção mental abrange também o uso do testemunho e deve estar desprovido de qualquer caráter supersticioso (ou religioso) que possa influenciar negativamente o operador.
b) Estado passivo de espera: é um estado em que o operador elimina por completo toda a noção do mundo exterior, persistindo somente a idéia e a visão do objetivo da pesquisa. Este estado de neutralidade subjetiva é que permite a sintonização e captação das respostas procuradas. Tal estado é mais facilmente obtido com as práticas de meditação e relaxamento.
c) Designação mental: é a tradução de um desejo mental orientado para o objetivo da pesquisa. A designação mental é uma poderosa auto-sugestão que torna o operador sensível às emanações do objeto ou da resposta procurada, permitindo uma boa ideação e um adequado reflexo neuromuscular.
d) Interrogação mental: é o complemento da expressão do desejo e que amplia o campo de pesquisa permitindo maiores detalhes e altíssima precisão nas respostas obtidas.
Como um importante instrumento de pesquisa científica radiestésica existe o chamado Método de perguntas e respostas. Neste método o operador utiliza o intelecto na formulação de questões e na avaliação das respostas e usa a intuição, através da faculdade radiestésica, para chegar à verdade. Pelo uso do método de P&R o médico e radiestesista Audrey T. Westlake (Inglaterra) descobriu a seguinte seqüência no processo radiestésico: forças etéricas formativas — glóbulos vermelhos — sangue circulante — sistema nervoso autônomo — músculos voluntários — movimento pendular. O método de P&R é um complexo processo que integra a personalidade construindo uma ponte entre o consciente, o subconsciente e o consciente em relação à vida como um todo. Para o êxito no uso deste método é preciso:
a) Verificar sempre se a questão é legítima.
b) Usar um pensamento claro, formulando a questão sem qualquer ambigüidade. Para isso é preciso usar as palavras mais adequadas para expressar exatamente o pensamento desejado.
c) Usar o intelecto para comprovar o sentido das respostas obtidas
d) Se a resposta fizer sentido, usá-la na formulação de novas questões até a completa elucidação do problema pesquisado.
e) Se a resposta não fizer sentido formular ao seu Ego Superior as seguintes perguntas:
1) Sou capaz de responder a esta questão?
2) Estarei respondendo à questão errada?
3) Estaria “Você” tentando me ensinar alguma coisa?
4) É preciso responder a uma questão preliminar para que possa, a seguir, me responder?
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