Depois de receber vários pedidos por e-mail, vou postar aqui, em partes, o Manual de Biossegurança em Acupuntura. Não vou disponibilizar em armazenadores, como o rapidshare ou o 4share ou megaupload, pois muitas pessoas não conseguem acessar os arquivos em seus empregos.
Manual de Biossegurança em Acupuntura
Agosto de 2003
SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE DO RIO DE JANEIRO
• Dr. Gilson Cantarino O’ Dweyr – Secretário de Estado de Saúde.
• Drª. Alcione Athaide – Subsecretaria de Saúde.
• Dr. Adelino Simões e Souza – Superintendente de Serviços de Saúde.
• Dr. Aloysio de Araújo Ribeiro Neto – Centro de Vigilância Epidemiológica.
AUTORES
• Drª. Ieda Azevedo Nogueira – Coordenadora estadual de controle de infecção hospitalar.
• Dr. Ricardo Maki – Coordenador do Programa Estadual de Acupuntura.
COLABORADORES
• Drª. Carla Aparecida Braz Gouvea – Médica Infectologista – IEISS/HGB.
• Drª. Daisy Terra – Médica Acupunturista / PEATA – SES/RJ.
• Drª. Jacira Salgueiro Mello – Psicóloga / PEATA – SES/RJ.
• Dr. Paulo Roberto Rebello – Médico – CECIH/SES/RJ.
• Drª. Rita Coelho – Médica Acupunturista/ PEATA – SES/RJ.
APRESENTAÇÃO
Com o aumento da prática da acupuntura no País, e a busca da população por formas do cuidar da saúde menos agressivas e mais naturais, o Programa Estadual de Acupuntura em conjunto com a Coordenação Estadual de Controle de Infecção Hospitalar, elaborou este manual visando proporcionar aos profissionais que utilizam esta prática e aos pacientes, maior segurança durante a realização do procedimento da Acupuntura, minimizando os riscos de infecções e acidentes.
AGRADECIMENTOS
Agradecer a todos que de alguma forma ajudaram neste manual, se faz necessário retornar a antiga China, berço dessa grande contribuição a Humanidade, agradecer ao primeiro que fez uso de um estilete de Sílex aos sábios da antiga China que nos deixaram esse legado. Ao Diplomata Francês Georges Soulie de Morand que admirava tanto essa arte de cuidar da Saúde que escreveu um dos primeiros clássicos da Acupuntura em língua ocidental.
Ao meu Saudoso Pai que com sua bondade e sabedoria, apesar das dificuldades, soube me educar e passar seus ensinamentos, seu amor pelo próximo, seu dom de curar e principalmente sua compaixão.
Aos que primeiro aportaram neste País, a cerca de cem anos, cheios de esperança numa nova vida mais digna deixando para trás suas raízes, familiares, amigos, cultura e tradição para juntos, com quem os acolheram somar seus conhecimentos e construir um grande e próspero País.
Aos Mestres Frederico Spaeth, Sakae Maki e outros que perseguidos e traídos injustamente não se abateram e não se calaram diante da incompreensão e continuaram até os seus últimos dias de vida a fazer o que mais os agradavam: ensinar, difundir, ajudar, cuidar e a amar esse povo maravilhoso o BRASILEIRO!
RICARDO MASSAO MAKI
Coordenador do Programa Estadual de Acupuntura
Acupunturista de 9ª Geração
INTRODUÇÃO
A Acupuntura é uma pratica milenar do Oriente que visa o cuidar da saúde e consiste na estimulação de pontos específicos do corpo. Utilizando instrumentos que incluem agulhas filiformes, sólidas sem orifício de metais como ouro, prata, platina e aço inox (as mais usadas), calor, magnetos, sementes, pressão negativa (ventosas), e estímulos manuais com a finalidade de restaurar, promover e equilibrar as funções energéticas e metabólicas
dos sistemas e órgãos do ser vivo.
Acupuntura é um tratamento de baixo custo e de grandes resultados benéficos. Foi introduzida no Brasil há cerca de 100 anos com a vinda dos primeiros imigrantes japoneses que vieram trabalhar na agricultura. Entre eles alguns praticantes da Medicina Tradicional Oriental.
A Organização Mundial de Saúde recomenda a utilização da Acupuntura nos cuidados básicos de saúde, indicando-a no tratamento de inúmeras doenças como: patologias respiratórias, osteomusculares, digestivas e endocrinas.
SUMÁRIO
• INTRODUÇÃO
• ASPECTOS LEGAIS
• BIOSSEGURANÇA EM ACUPUNTURA
• O AMBIENTE DE TRABALHO
• CONTRA INDICAÇÕES NA ACUPUNTURA
• ACIDENTES E REAÇÕES INDESEJÁVEIS
• RESÍDUOS
• MEDIDAS DE PRECAUÇÃO PADRÃO
• HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS
• USO DE ANTI-SÉPTICOS
• MEDIDAS DE PRECAUÇÃO ESPECÍFICAS
• ACIDENTE COM MATERIAL BIOLÓGICO
• CUIDADOS COM O INSTRUMENTAL
• BIBLIOGRAFIA
ASPECTOS LEGAIS DA ACUPUNTURA NO BRASIL
A preocupação com os aspectos legais da Acupuntura no País teve início em 1984 com a criação do Projeto de Lei 3838 da Câmara dos Deputados Federais. A partir de então, os Conselhos Federais preocupados com tal prática pelos seus pares, iniciaram regulamentações próprias. O COFFITO (fisioterapia) em 1985, o CFBM (biomédicina) em 1986, o COFEN (enfermagem) e o CFM (medicina) em 1995, CFF (farmácia) em 2000, CFFO (fonoaudiologia) em 2001 e CFP (psicologia) em 2002.
Atualmente está em tramitação o Projeto de Lei 1549/03 que disciplina o exercício profissional da Acupuntura, defendendo a prática multiprofissional, baseado em leis existentes como no Estado do Rio de Janeiro (3181/99).
LEGISLAÇÃO EXISTENTE
RESOLUÇÃO CIPLAN Nº 05, de 03 de março de 1988
Publicado em D.O da União dia 11 de março de 1988
RESOLUÇÃO Nº 534, de 6 de novembro de 1989
Constitui a Comissão Estadual de Medicinas Alternativas e Tradicionais
Publicação em D.O de 8 de novembro de 1989
RESOLUÇÃO Nº 535, de 6 de novembro de 1989
“Compõe a Comissão Estadual de Medicinas Alternativas e Tradicionais
Publicação em D.O de 8 de novembro de 1989
RESOLUÇÃO Nº 811/SES, de 28 de outubro de 1992
Dispões sobre normas de esterilização de materiais empregados em acupuntura
Publicação D.O de 9 de novembro de 1992
RESOLUÇÃO Nº 818/SES, de 23 de novembro de 1992
Implanta “Programa Estadual de Acupuntura e Terapias Afins-SUS/RJ” dispõe e dá outras providências.
LEI Nº 3181, de 27 de janeiro de 1999
Autoriza o poder executivo a criar o serviço de acupuntura nas unidades hospitalares do Estado do Rio de Janeiro e dá outras providências
Publicado em D.O de 28 de Janeiro de 1999
RESOLUÇÃO SES N º 1439, de 30 de dezembro de 1999
Dispõe sobre a atividade da Acupuntura e Terapias Afins, regulamentando a Lei 3.181/99 e dá outras providências
RESOLUÇÃO SES Nº 1837, de 05 de julho de 2002
Dispõe sobre o serviço de acupuntura nas unidades hospitalares do Estado do Rio de Janeiro, criado pela Lei Nº 3181, de 27 de janeiro de 1999
BIOSSEGURANÇA
A Biossegurança envolve não apenas o acidente, mas sim todos os fatores que levaram a sua ocorrência, visando o homem e seu bem estar. Tem como objetivos reconhecer, avaliar e controlar os riscos presentes no ambiente de trabalho.
A COMISSÃO DE BIOSSEGURANÇA da FIOCRUZ , a define como: “O conjunto de ações voltadas para a prevenção , minimização ou eliminação de riscos inerentes as atividades de pesquisa, produção , ensino, desenvolvimento tecnológico e prestação de serviços, riscos que podem comprometer a saúde do homem, dos animais, do meio ambiente ou a qualidade dos trabalhos desenvolvidos”
As grandes causas de acidentes estão relacionadas a:
• Instrução inadequada.
• Supervisão ineficiente.
• Mau uso dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
• Não observação de normas existentes.
• Práticas inadequadas.
• Planejamento falho.
• Jornada excessiva de trabalho.
Para boas práticas de atendimento a pacientes, deve-se conhecer as normas e os procedimentos de segurança, para minimizar os riscos de acidentes.
Cabe ressaltar alguns cuidados durante a prática de Acupuntura:
• Na introdução das agulhas, nunca tocar na lâmina das mesmas, o que pode ser evitado com a utilização do tubo guia. No caso das agulhas longas chinesas deve-se utilizar luvas e gaze estéril.
• Na retirada das agulhas, ter atenção para evitar acidentes. As agulhas deverão ser descartadas em recipiente adequado conforme orientações descritas no capítulo sobre resíduos.
• Em caso de utilização de agulhas não descartáveis, seguir as orientações do capítulo sobre processamento de artigos.
OBS: Recomendamos a utilização de agulhas descartáveis.
O AMBIENTE DE TRABALHO
Os consultórios devem ser amplos e arejados, de acordo com a RDC 50/02 a sua metragem deverá ser de 7,5m². O piso e paredes deverão ser de material lavável e preferencialmente na cor clara . Deverá dispor de lavatórios/pias exclusivos para lavagem das mãos, as torneiras devem ter comando do tipo que dispensem o contato das mãos, quando do seu fechamento. Junto aos lavatório deverá haver dispersadores de sabão líquido e provisão de
papel toalha.
O ambiente deverá ser mantido livre de sujeira e poeira. A limpeza deverá ser feita com água e sabão e hipoclorito de sódio a 1%.
Não é permitida a colocação de plantas, devido a possibilidade de contaminação por Aspergillus, o que poderá ocasionar riscos ao paciente.
É importante o controle da qualidade do ar no ambiente, que deverá seguir as recomendações da portaria 3523/98 e da RDC 09/03.
CONTRA – INDICAÇÕES NA PRÁTICA DE ACUPUNTURA
Na prática da Acupuntura é difícil estipular contra-indicação absoluta para esta forma de terapia, entretanto por razões de segurança, deve ser evitada nas condições abaixo relacionadas.
Gravidez
Por induzir o trabalho de parto, a acupuntura não deve ser utilizada durante a gravidez. A penetração e a manipulação das agulhas em determinados pontos promove a contração uterina. Tanto a acupuntura quanto a moxabustão são contra-indicados em pontos localizados no baixo ventre e na região lombo sacra durante o primeiro trimestre de gestação. Após o 3º mês de gestação devem ser evitados os pontos no abdomem superior, região lombo sacra e pontos que causem sensações fortes assim como pontos na orelha.
Emergências médicas e situações cirúrgicas
Em situações de emergência o paciente dever ser imediatamente encaminhado a uma unidade que tenha serviço de emergência.
Tumores malignos
Nestes casos poderá ser utilizada somente como medida complementar em combinação com outros tratamentos para alivio da dor, minimizar o efeito colateral da quimioterapia e radioterapia, melhorando a qualidade de vida do paciente. Jamais deverá ser aplicada no local do tumor ou para tratamento dos mesmos.
Sangramentos
Pacientes com sangramentos, problemas de coagulação, e em uso de anticoagulantes não deverão receber tratamento de acupuntura.
ACIDENTES E REAÇÕES INDESEJÁVEIS
Alguns tipos de acidentes e reações indesejáveis podem acontecer, ressaltamos alguns pontos a serem observados para prevenir tais situações.
Qualidade da agulha
Devem ter registros no Ministério da Saúde.
Posição do paciente
O paciente deve ser acomodado de forma confortável e orientado a permanecer quieto e a evitar mudança de posição abruptamente.
Desmaios
O Pulso deve ser freqüentemente avaliado para detecção precoce de reações indesejáveis.Deve-se ter cuidado com pontos de acupuntura que causam hipotensão – F3 (Taichong).
Como detectar situação eminente de desmaio?
Observar no paciente:
Sensação de vertigem; movimento e balanço de objetos à sua volta, fraqueza, opressão no peito palpitação; náusea;ânsia de vômito; palidez; pulso fraco; extremidades frias; queda da pressão arterial e perda da consciência. Nestes casos as agulhas devem ser removidas imediatamente. Tomar medidas necessárias de primeiros socorros para estabilizar o paciente e caso não havendo melhora encaminhar para unidade hospitalar mais próxima.
Convulsões
O paciente deve ser questionado sobre história pregressa de convulsão e em caso afirmativo observar rigorosamente as reações do paciente durante o tratamento. Caso ocorram, as agulhas devem ser imediatamente retiradas e os procedimentos necessários deverão ser adotados.
Dor
O tratamento com acupuntura normalmente é indolor quando há penetração rápida e habilidosa da agulha, porém a dor poderá ocorrer nas situações abaixo relacionadas.
• Durante a penetração da agulha – a dor poderá ocorrer devido a técnica não apropriada ou a ponta da agulha se encontrar grossa, curva ou “cega”. Também poderá ocorrer em paciente com sensibilidade aumentada.
• Depois da inserção – quando a agulha penetra profundamente e atinge um receptor de fibra nervosa, nesta situação a agulha deve ser superficializada e aprofundada em outra direção.
• Após a retirada da agulha – ocorre devido a estimulação excessiva ou a manipulação desajeitada. Para casos suaves, pressionar o local; para casos graves realizar a moxabustão além da pressão.
Quando a agulha emperra
Poderá ocorrer por um espasmo muscular, neste caso a agulha deve ser deixada por algum tempo e depois retirada por rotação ou massagear em torno do ponto. Se a causa é a rotação excessiva numa só direção a dor vai ser aliviada quando fizer uma rotação em sentido inverso.
Agulha quebrada – Poderá ocorrer devido a má qualidade da agulha, forte espasmo muscular, pela erosão entre a lâmina e o cabo, movimento brusco
do paciente ou utilização prolongada de corrente galvânica.
É prudente não penetrar mais da metade da lâmina da agulha , devido a junção entre o cabo e a lâmina ser a parte mais frágil da agulha, podendo ocorrer quebra da mesma nesta área.
Em caso de quebra da agulha manter o paciente calmo orientando-o para que não se mova a fim de se evitar que a agulha penetre mais nos tecidos. Se parte da agulha quebrada estiver visível, pressionar em torno do local para que seja possível a retirada da mesma com auxílio de uma pinça, não sendo possível, uma intervenção cirúrgica será necessária, devendo o paciente ser encaminhado a um cirurgião.
Infecção local
O rigor quanto as técnicas assépticas deverão ser respeitados, pois previnem infecção local (ver capítulo sobre medidas de precaução).
Queimadura durante a Moxabustão
Deve ser prevenida com a moxabustão indireta.
Estimulação elétrica e terapia a laser
É potencialmente nociva. Está contra-indicada: na gravidez, perda de sensibilidade cutânea, se o paciente tiver marca-passo, nos casos de deficiência circulatória, doenças arteriais graves, febre sem diagnóstico ou lesões de pele profundas e extensas.
Um monitoramento cuidadoso de estimulação elétrica é recomendado para a prevenção da injúria nervosa; a corrente galvânica deve ser utilizada por um breve período de tempo.
Na terapia a laser tanto o paciente quanto o operador deverão estar usando óculos protetor, pois do contrário poderá ocorrer danos aos olhos.
Áreas que não devem ser perfuradas
Fontanelas em bebês, genitália externa, mamilos, umbigo e globo ocular.
DANOS EM ÓRGÃOS E SISTEMAS
Cuidados especiais devem ser tomados nas aplicações das agulhas em pontos próximos aos órgãos vitais ou áreas muito sensíveis. Em função das características das agulhas usadas, dos locais particulares para aplicação, da profundidade da penetração, das técnicas de manipulação utilizadas e das estimulações oferecidas, alguns acidentes podem ocorrer durante o tratamento. Em muitas situações podem ser evitados se as precauções adequadas forem tomadas.
Se ocorrerem, o acupunturista deve saber lidar com essas situações eficientemente, evitando um dano adicional. Um dano acidental num órgão importante requer intervenção médica ou mesmo cirúrgica.
Tórax, Dorso e Abdomem
Os pontos nesta região devem ser penetrados na direção oblíqua ou horizontal, evitando lesões em órgãos vitais. Deve-se ter atenção na direção e na profundidade da inserção das agulhas.
Pulmão e Pleura
O pneumotórax traumático poderá ocorrer em casos de penetração profunda da agulha em pontos do tórax, costas ou fossa supraclavicular. Durante a manipulação poderá ocorrer tosse, dor toráxica e dispnéia, especialmente se houver laceração grave do pulmão pela agulha. Os sintomas podem aparecer gradualmente depois de algumas horas após o tratamento.
Fígado, Baço e Rins
Sangramento, dor local, sensibilidade e rigidez dos músculos abdominais podem ocorrer quando há perfuração do fígado e baço. Quando o dano não for grave, o sangramento para espontaneamente, do contrário poderá ocorrer queda de pressão sangüínea e choque hipovolêmico.
Sistema Nervoso Central
Dor de cabeça, náuseas, vômitos, redução súbita da respiração e desorientação seguida por convulsões, paralisia ou coma podem ocorre caso haja manipulação inadequada de pontos entre as vértebras cervicais ou ao lado da primeira vértebra superior, tais como 15 VG e 16 VG. Acima da primeira vértebra lombar, entre outras vértebras, deve-se evitar a penetração profunda, pois pode ocorrer perfuração da medula espinhal, ocasionando paresias ou fisgadas na extremidade ou no tronco abaixo do nível da perfuração.
Sistema Circulatório
Deve-se tomar cuidado com áreas de pouca circulação ou punção acidental de artérias o que pode ocasionar sangramento.
Outros Pontos
Outros pontos que são potencialmente perigosos e exigem uma habilidade e experiência no seu uso, incluem:
•1 B (Jingming) e 1 E (Chengqi) – localizados próximo ao globo ocular;
• 22 CV (Tiantu) – em frente da traquéia
• 9 E (Renying) – perto da artéria carótida
• 11 BP (Jimen) e 12 BP (Chongmen) – perto da artéria femural
• 9 P (Taiyan) – na artéria radial
Cuidados no Atendimento
• Utilizar agulhas descartáveis;
• Evitar a prática de acupuntura com o estômago vazio e em posição sentada;
o Evitar a perfuração de algumas áreas do corpo como: mamilos, umbigo, globo ocular e genitália externa.
o Agulhas auriculares não devem ser mantidas no local por mais de sete dias, pois podem provocar reações alérgicas, e infecções locais, o tempo seguro é de aproximadamente 4 dias.
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