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	<title>Zhen Jiu &#187; Outros</title>
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		<title>Formspring.me</title>
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		<pubDate>Wed, 05 May 2010 20:05:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandro</dc:creator>
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		<title>Exame Papanicolaou Apresenta Elevado Número de Erros</title>
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		<pubDate>Tue, 04 May 2010 12:27:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[exame papanicolaou]]></category>
		<category><![CDATA[preventivo]]></category>

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		<description><![CDATA[Papanicolau apresenta elevado índice de erro em seu resultado final Falhas durante o exame podem comprometer o diagnóstico de doenças como câncer e HPV Por Natalia do Vale Publicado em 26/10/2009    Ele é tecnicamente chamado de citologia oncológica, mas é popularmente conhecido como papanicolau. O exame ginecológico, utilizado para detectar a presença de alterações [...]


Nenhum artigo relacionado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Papanicolau apresenta elevado índice de erro em seu resultado final<br />
Falhas durante o exame podem comprometer o diagnóstico de doenças como câncer e HPV<br />
</strong>Por Natalia do Vale Publicado em 26/10/2009 <br />
 <br />
Ele é tecnicamente chamado de citologia oncológica, mas é popularmente conhecido como papanicolau. O exame ginecológico, utilizado para detectar a presença de alterações nas células do colo do útero que sinalizam doenças como o câncer de colo de útero e o HPV, faz parte da rotina de saúde preventina da mulher.</p>
<p>A recomendação é que seja feito pelo menos uma vez por ano para afastar o risco das alterações. A medida ganhou mais força após um dado divulgado recentemente pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) de que o papanicolau pode apresentar erro de até 60% em seu diagnóstico final.</p>
<p>A explicação para as falhas significativas seria por conta do processo de análise ser praticamente artesanal. Durante as etapas do exame, ocorre a perda natural de parte das células coletadas e isso faz com que o resultado fique comprometido. &#8220;Não é o médico ou o laboratório que erra na hora da análise. É o próprio processo utilizado, o principal causador das adulterações no resultado final, por isso é recomendável que as mulheres façam o papanicolau todos os anos. Assim, se passou alguma coisa em branco, dá para ver no ano seguinte&#8221;, explica a ginecologista Luciana Crema. <br />
&#8220;Durante as etapas do exame, ocorre a perda natural de parte das células coletadas e isso faz com que o resultado fique comprometido&#8221;.</p>
<p><strong>Como funciona o exame</strong><br />
-Primeiramente, coleta-se uma amostra de células do colo do útero da paciente com uma &#8220;colher de raspagem&#8221;</p>
<p>- Depois, esta amostra é retirada da colher e colocada em uma lâmina onde será fixada e, a seguir, é colocada em uma solução que irá conservá-la durante o transporte até o laboratório</p>
<p>-No laboratório, a amostra sofre a ação de um corante chamado papanicolau (daí o nome popular do exame), que aponta as células alteradas</p>
<p>-O especialista faz a leitura microscópica das lâminas e obtém o diagnóstico final <br />
 <br />
<strong>Motivos das falhas</strong><br />
O resultado adulterado acontece quando ocorre a perda de um número significativo de células doentes na hora de analisar a amostra. &#8220;Dessa forma, o laboratório pode detectar somente as células saudáveis, dificultando a identificação de doenças como o HPV e o câncer de colo de útero&#8221;, explica a ginecologista.</p>
<p>O mesmo pode acontecer quando a amostra sofre uma baixa no número de células saudáveis. &#8220;A paciente vai receber a notícia de que precisa fazer outros exames, porque o papanicolau detectou alterações sugestivas de alguma doença, de modo que se o procedimento estivesse correto não seria necessária de outra intervenção&#8221;, diz Luciana.<br />
Técnicas alternativas</p>
<p>- Atualmente, os laboratórios optam pela execução do processo sem a transposição do material colhido da colher para a lâmina, assim, o risco de perda de material é menor.</p>
<p>- Outra alternativa confiável é combinar o papanicolau com outro exame bastante importante na detecção de doenças, a coloscopia, que, através da ação do ácido acético, funciona como uma espécie de lupa de aumento, possibilitando uma melhor visualização das células alteradas.<br />
&#8220;Quando feito todos os anos, seus índices de erro diminuem e, por isso, deve ser feito regularmente&#8221;.</p>
<p><strong>No caso de HPV</strong><br />
O exame de papanicolau é preventivo e não curativo, porém, no caso do HPV, embora ele possa indicar alterações que sugerem a presença do vírus não é capaz de dar indícios confiáveis deste diagnóstico, por isso, a alternativa mais eficiente para detectar o vírus é associar o papanicolau a uma pesquisa viral nas células, que é mais eficiente que o uso isolado do papanicolau.</p>
<p><strong>Por que continuar a fazer o exame?<br />
</strong>A ginecologista Luciana Crema explica que, embora falhe, o papanicolau ainda é o método mais eficiente na detecção de doenças graves, com o câncer de colo de útero, que se diagnosticadas a tempo, têm as chances de cura elevadas. &#8220;Apesar de apresentar falhas, o exame ainda é a melhor maneira para evitar doenças mais graves. Quando feito todos os anos, seus índices de erro diminuem e, por isso, deve ser feito regularmente&#8221;, finaliza Luciana.</p>


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		<title>Tosse e RCP</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2009 20:44:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[RCP]]></category>
		<category><![CDATA[tosse]]></category>

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		<description><![CDATA[A Tosse-RCR nas Arritmias Letais, no Enfarte Agudo do Miocárdio e na Morte Cardíaca Súbita: História e Controvérsias O que será mais perigoso do que morrer: tentar sobreviver? É cada vez maior o número de mensagens através de emails divulgando a noção de tossir forte e seguidamente a partir dos primeiros sintomas de um ataque [...]


Nenhum artigo relacionado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Tosse-RCR nas Arritmias Letais, no Enfarte Agudo do Miocárdio e na Morte Cardíaca Súbita: História e Controvérsias</strong></p>
<p>O que será mais perigoso do que morrer: tentar sobreviver?</p>
<p>É cada vez maior o número de mensagens através de emails divulgando a noção de tossir forte e seguidamente a partir dos primeiros sintomas de um ataque cardíaco.</p>
<p>Nosso objetivo através do presente artigo é o de mostrar os estudos que tem sido feitos sobre a ressuscitação cardiorespiratória pela tosse (tosse-RCR) nas arritmias letais, no enfarte agudo do miocárdio e na morte súbita, procurando discutir as diversas controvérsias e argumentos pró e contra a sua auto-administração isolada, pelos pacientes.</p>
<p><strong>História do uso da tosse-RCR</strong></p>
<p><strong>1961 </strong>– Mason Sones e sua equipe injetaram acidentalmente uma certa quantidade de solução de contraste radiológico no coração do paciente durante um procedimento local (o paciente estava acordado). O coração parou, o Dr. Sones pediu ao paciente que tossisse e o coração retomou seu batimento regular (16).</p>
<p><strong>1976 </strong>– Criley e colegas demonstraram sucesso no uso da tosse repetida a cada 1 a 3 segundos ressuscitando 8 pacientes com fibrilação ventricular (FV), que estavam se submetendo a angiografia coronária. Três desses pacientes permaneceram conscientes e alertas por 24 a 39 segundos após a FV. A pressão sistólica média na aorta induzida pela tosse foi de 139,7 Hg (+/- 3,8) enquanto somente 60,7 mm Hg (+/- 5,1) na ressuscitação cardiorespiratória (RCR) externa. A tosse seguida e forçada manteve a consciência por compressão rítmica do coração, mostrando diversas vantagens sobre a RCR externa no laboratório de cateterismo (1).</p>
<p><strong>1980 </strong>– Criley e colegas observando 4 pacientes com ritmos instáveis e em cães com fibrilação confirmaram que a tosse: 1) produz um pulso arterial; 2) produz a abertura da válvula aórtica; 3) gera um aumento no fluxo de sangue 4) pode manter a consciência durante a parada cardíaca. Esses autores disseram que os dados recentes sugeriam que a técnica de RCR pela tosse da mesma forma que RCR convencional produz fluxo de sangue pela compressão do reservatório de sangue vascular pulmonar e não pela compressão cardíaca como se pensava anteriormente (2).</p>
<p><strong>1986 </strong>– Schultz e Olivas confirmaram que a técnica de RCR pela tosse usa de princípios iguais àqueles que mantém a circulação durante a compressão do tórax, com um significante número de vantagens sobre o último. Disseram que no início de arritmias letais como assistolia, bradicardia profunda, taquicardia ventricular e fibrilação ventricular a tosse poderia ajudar na manutenção da consciência e proporcionar uma ótima pressão sistólica sangüínea além de que poderia gerar o mecanismo requerido para converter a arritmia. Notaram que a simplicidade e efetividade dessa técnica permitiria sua consideração para maior uso clínico pelo staff hospitalar em todos os ambientes monitorados (3).</p>
<p><strong>1992 </strong>– Rieser apresentou caso de um paciente com enfarte agudo do miocárdio anterior e fibrilação ventricular. O paciente foi ressuscitado após a RCR pela tosse administrada no departamento de emergência do hospital (4).</p>
<p><strong>1998 </strong>– Petelenz e colegas apresentaram estudo envolvendo um método de ressuscitação cardiorespiratória auto-administrado por pacientes que foram treinados a reconhecer a iminente chegada de eventos da síndrome de Stokes-Adams, ameaçando sua vida. O estudo compreendeu três métodos de investigação em três grupos separados de pacientes: o primeiro grupo foi submetido a procedimentos invasivos (20 pts.); no segundo os pacientes fizeram estudos de Doppler não invasivo (31 pts.); e no terceiro foram feitas observações dentro e fora do hospital (155 pts.). Os resultados indicaram que a tosse evocada pode efetivamente prevenir o desfalecimento e manter consciência até que a RCR convencional se tornasse disponível (5).</p>
<p><strong>2003 </strong>– Petelenz apresentou, durante o Congresso da Sociedade Européia de Cardiologia realizado na Áustria, um estudo envolvendo 115 pacientes identificados com alto risco de parada cardíaca súbita que foram ensinados a reconhecerem sinais precoces de alarme, incluindo falta de ar, náuseas súbitas, tonturas, fraqueza súbita, visão turva, fraqueza nas mãos e sudorese inapropriada. Os pacientes também foram ensinados sobre a técnica de ressuscitação através da tosse e encorajados na sua prática sendo treinados a tossir cada 1 a 3 segundos em turnos de cinco tosses. O processo foi repetido nas sessões regulares de treinamento pela manhã e a noite até que o paciente conseguisse tossir por até 10 a 30 vezes em cada turno.</p>
<p>Os 115 pacientes envolvidos no estudo utilizaram a tosse na ressuscitação em 365 oportunidades onde nas quais sentiram que poderiam desfalecer, sendo que os sintomas desapareceram em 292 casos. Petelenz informou em sua apresentação no Congresso que somente 73 casos requereram assistência médica adicional e que todos sobreviveram para receber terapia no follow-up, que incluiu 45 implantações de marca-passo, 55 cirurgias cardíacas, e 15 intervenções famacológicas.</p>
<p>O Dr. Tadeusz Petelenz, que é professor de cardiologia da Fundação Cardiológica da Escola de Medicina da Silésia em Katowice, Polônia, disse que se o público pudesse ser ensinado a reconhecer sintomas precoces de parada cardíaca súbita e como auto-administrar a tosse na ressuscitação, muitas vidas poderiam ser salvas. Notou que &#8220;a maioria dos óbitos cardíacos súbitos são causados por fibrilação ventricular a qual pode ser transiente&#8221;, além do que &#8220;as vitimas estão freqüentemente na faixa de idade entre 50 e 60 anos, muitas vezes os anos mais produtivos da vida&#8221; e que &#8220;de 2 em 5 vitimas estão sozinhas durante a parada cardíaca súbita&#8221;. Seu trabalho foi publicado em 2004 (6, 7, 8, 9, 10, 11).</p>
<p><strong>Controvérsias sobre o uso auto-administrado da tosse-RCR</strong></p>
<p>Desde a descrição original do uso da técnica de RCR através da tosse por Criley e colegas em 1976, a instrução aos pacientes para tossirem no início de arritmias graves se tornou uma prática padrão em muitos laboratórios de cateterismo cardíaco.</p>
<p>Entretanto essa técnica é largamente ignorada por paramédicos, médicos trabalhando em salas de emergência médica, cardiologistas e outros provedores de cuidados da saúde.</p>
<p>Aqueles que se referem a técnica da tosse RCR colocam-na como um procedimento perigoso para ser tentado fora de um ambiente monitorado e sem supervisão médica, ainda mais quando auto-administrado isoladamente por pessoas sem treinamento específico.</p>
<p>A Associação Americana do Coração, diante da intensa divulgação do conceito de tosse RCR através da Internet, se viu obrigada em 1999 a colocar a seguinte declaração em seu website: &#8220;A RCR pela tosse não deve ser dada rotineiramente em cursos de ressuscitação cardiorespiratória a socorristas leigos, porque complicaria o ensino da RCR tradicional e adicionaria informação que geralmente não seria proveitosa no ambiente pré-hospitalar e que em virtualmente todos os cursos de RCR dados aos socorristas leigos, o achado que sinaliza uma emergência é a apatia das vitimas e que vitimas apáticas não seriam capazes de realizar a RCR pela tosse&#8221;. A recomendação da Associação Americana do Coração é para que o paciente esteja atento aos sinais de alarme precoce de enfarte do miocárdio e de parada cardíaca e que telefone o mais breve para o pronto socorro mais próximo (12).</p>
<p>Também a Cruz Vermelha Americana, acompanhando a Associação Americana do Coração, declarou em 2000 que não endossava a tosse-RCR dizendo que até aquela data não havia pesquisas científicas suficientes a respeito de sua eficácia. Portanto, a Cruz Vermelha Americana não poderia advogar o ensino dessa técnica até que fosse completamente testada em estudos nacionais e ser achada como efetiva (13).</p>
<p>O Dr. Leo L. Bossaert, diretor executivo do Conselho de Ressuscitação Europeu, manifestando-se sobre a proposta de Tadeuz Petelenz sobre a RCR pela tosse durante o Congresso da Sociedade Européia de Cardiologia em 2003 disse que ensinar essa técnica poderia confundir a mensagem de que se deveria chamar por ajuda o mais cedo possível. Ele se mostrou preocupado que os pacientes começassem a chamar muito tarde pela ajuda dos serviços de emergência médica.Também se mostrou cético quanto a capacidade do público leigo em reconhecer os sintomas de parada cardíaca súbita em tempo de reagir e que considerava irresponsável recomendar naquela época o treinamento sobre tosse RCR, pois achava que as evidências não eram suficientes (7).</p>
<p>Os argumentos que tem sido apresentados pelas diversas autoridades médicas e profissionais da saúde carecem ao nosso ver de substância. Isto começa pela falta de continuidade nas pesquisas sobre a tosse RCR auto-administrada pelos pacientes, sendo notada uma grande falta de interesse em sua discussão e na divulgação em revistas médicas ou pela mídia convencional, o que mais parece uma operação abafa e de prevenção da difusão de sua prática, refletindo que essa técnica afigura-se não ser conveniente ao &#8220;medical establishment&#8221;.</p>
<p>Deve ser enfatizado que não existe qualquer contestação à validade da tosse RCR na reversão dos eventos cardíacos descritos, quando aplicada em ambientes monitorados e sob supervisão médica.</p>
<p>Atribuir a tosse RCR auto-administrada à condição de um procedimento perigoso para ser tentado por quem não tenha treinamento específico só reforça a necessidade da divulgação correta de seu conceito e de treinamento aos pacientes.</p>
<p>É bom lembrar também que a RCR convencional, a qual se apóia em procedimentos heróicos, pode injuriar os pacientes representando algumas vezes até um problema ético. Por exemplo a massagem cardíaca externa, incluindo o soco precordial, pode freqüentemente fraturar as costelas e o esterno; a desfibrilação, especialmente quando repetida por várias vezes, pode provocar queima por choque elétrico nos pacientes; a massagem cardíaca interna, um procedimento realizado por médicos na emergência médica, requer o rompimento das costelas para o acesso ao coração (toracotomia), sendo bastante doloroso durante as semanas de recuperação. A RCR através da massagem cardíaca externa pode também causar danos ao fígado, pulmões e ao próprio coração. Mas, todos esses riscos precisam ser aceitos quando a RCR é necessária para salvar a vida de um ser humano.</p>
<p>A fibrilação ventricular é freqüentemente observada durante uma RCR em adultos, sendo a desfibrilação elétrica precoce, portanto, a única terapia intensiva efetiva para reversão dessa arritmia letal. A taxa de sobrevivência dos pacientes submetidos à RCR com tórax fechado situa-se na faixa de 15% nas vítimas atendidas no ambiente hospitalar e entre 1 e 8% naqueles vitimados fora do ambiente hospitalar (14).</p>
<p>Quanto ao argumento de que vitimas apáticas não seriam capazes de realizar a RCR pela tosse o mesmo se pode dizer quanto à dificuldade que elas têm para telefonarem ao pronto socorro. Além do que é comum a chegada do socorro fora do tempo necessário para prevenir qualquer evolução negativa do quadro cardíaco.</p>
<p>Por esses motivos, cabe somente ao paciente, quando estiver sozinho e sentir os sintomas, assumir ou não os riscos da auto-administração da tosse RCR.</p>
<p>Espera-se que as autoridades médicas diante da divulgação a cada dia maior do conceito sobre a tosse RCR com auto-administração pelos próprios pacientes quando estiverem sós, através da circulação de emails diários pela Internet, comecem a perceber que vão ter que tomar medidas mais concretas no benefício de muitos pacientes os quais podem estar aplicando essa técnica sem o conhecimento adequado e, portanto, correndo riscos desnecessários na tentativa de salvar suas vidas.</p>
<p>Aliás, Criley, tendo em vista as declarações da Associação Americana do Coração e de outras entidades, disse recentemente em artigo: &#8220;A presente descrição da tosse RCR é apresentada após 3 décadas após o relatório original pelas seguintes razões:</p>
<p>1) Pressões arteriais foram superiores a outras produzidas pelo RCR convencional e claramente manteve a perfusão.</p>
<p>2) A tosse foi espontânea e pode ocorrer fora de um ambiente monitorado.</p>
<p>3) A tosse RCR pode ser efetivamente ensinada para pacientes de alto risco e poderá salvar vidas (17).&#8221;</p>
<p>Em resposta a correspondência (18) para seu artigo, em posterior edição do Circulation, ele reforça:</p>
<p>&#8220;Na nossa opinião a ressuscitação cardiopulmonar pela tosse é um terceiro método efetivo que pode ser vantajoso, porque ele é realizado pela vitima, pode ser efetivamente ensinado a pacientes de alto risco e poderia adquirir tempo para chamar saúde&#8221;.</p>
<p>Os mecanismos hemodinâmicos da ressuscitação cardiorespiratória</p>
<p>Persistem as controvérsias quanto aos mecanismos geradores de fluxo sangüíneo anterógrado na RCR (14). Entretanto, algumas observações recentes feitas através da ecocardiografia transesofágica favorecem a teoria original da bomba cardíaca como o mecanismo hemodinâmico predominante gerador do fluxo de sangue durante a ressuscitação cardiorespiratória realizada em seres humanos (15).</p>
<p><strong>A tosse-RCR e a Trombose Coronária</strong></p>
<p>Voltando ao estudo apresentado por Tadeusz Petelenz em 2003, sobre a reversão do enfarte agudo e da morte súbita através da tosse-RCR auto-administrada, com os sintomas desaparecendo em grande parte das vezes, seus resultados enfraquecem ainda mais a hipótese da trombose coronária, fator dito como desencadeante das síndromes coronárias agudas (angina instável, enfarte agudo do miocárdio e morte súbita), que é apoiado pela ortodoxia cardiológica. Para maiores informações sobre outras contradições da TT sugerimos ver o artigo: &#8220;Controvérsias e Remendos da Teoria Trombogênica do Enfarte Agudo do Miocárdio&#8221;.</p>
<p><strong>A respiração boca a boca</strong></p>
<p>A ventilação de emergência (respiração boca a boca) foi considerada durante cerca de 40 anos um indispensável elemento da ressuscitação cardiopulmonar. Entretanto, baseada na presunção, representou o pensamento do sistema médico dominante. Agora, com base em novos achados que descobriram que essa presunção foi errada, as entidades representativas, entre elas a Associação Americana do Coração estão dizendo que a respiração boca a boca &#8220;não é mais necessária&#8221; (na verdade uma perda de tempo), tendo em vista a efetividade das compressões no torax na tentativa de ressuscitação… (19). Enquanto isso o sistema médico resiste em discutir as vantagens e benefícios da tosse-RCR.</p>
<p>Ressuscitação cardiorespiratória (RCR) = Ressuscitação cardiopulmonar (RCP)</p>
<p><strong>Referências</strong></p>
<p>1. Cough-induced cardiac compression. Self-administered from the cardiopulmonary resuscitation, Criley JM, Blaufuss AH, Kissel GL. JAMA 1976 Sep 13;236(11):1246-50</p>
<p>2. Cough-CPR: documentation of systemic perfusion in man and in an experimental model – a window to the mechanism of blood flow in external CPR, Niemann JT, Rosborough J, Hausknecht M, Brown D and Criley JM. Crit Care Med 1980 Mar; 8(3):141-6</p>
<p>3. The use of cough cardiopulmonary resuscitation in clinical practice, Schultz DD, Olivas GS. Heart Lung 1986 May;15(3):273-82</p>
<p>4.     The use of cough-CPR in patients with acute myocardial infarction, Rieser MJ. J Emerg Med. 1992 May-Jun;10(3):291-3</p>
<p>5. Self-administered cough cardiopulmonary resuscitation (c-CPR) in patients threatened by MAS events of cardiovascular origin, Petelenz T et al. Wiad Lek 1998;51(7-8):326-36</p>
<p>6.     Cough cardiopulmonary resuscitation, Petelenz T. Kardiol Pol 2004 Feb;60(2):158-60</p>
<p>7.     A cough start? Cardiovascular News, Ruth SoRelle, Circulation Newswriter. Circulation, Sep 2003;108:e9027</p>
<p>8.     Cough-CPR proposed as new technique for at-home resuscitation, Peggy Peck. Medscape, Sep 3, 2003</p>
<p>9. Coughing may help during heart attack – Polish Doctor claims simple technique works like do-it yourself CPR. WebMD Medical News Sep 2</p>
<p>10.   Hacking your way to survival, Valery DeFrance. EMS Education Sep 3, 2003</p>
<p>11.   Estímulo de tosse como técnica para reanimação cardiopulmonar, Cardionews, 2003</p>
<p>12.   Cough CPR, American Heart Association, 1999</p>
<p>13.   Cough CPR, American Red Cross, 2000</p>
<p>14. Ressuscitação cardiorespiratória, Sebastião Araújo e Zilda E. M. Araújo. Simpósio: Medicina Intensiva &#8211; 3ª parte, Capítulo IV. Revista de Medicina, Ribeirão Preto, 34: 36-63 (p. 43) jan/mar 2001</p>
<p>15. Pump models assessed by transesophageal echocardiography during cardiopulmonary resuscitation, Liu P, Gao Y et al. Chin Med J (Engl) 2002 Mar;115(3):359-63</p>
<p>16. The cough that resuscitated Dr. F. Mason Sones&#8217;s first patient undergoing selective cine coronary arteriography, Tsung O. Cheng. Catheter Cardiovasc Interv. 2004 Nov;63(3):398</p>
<p>17. Cough Cardiopulmonary Resuscitation Revisited, Marc J. Girsky and John Michael Criley, Circulation. 2006;114:e530-e531.</p>
<p>18. Response to Letter Regarding Article, &#8220;Cough Cardiopulmonary Resuscitation Revisited&#8221;.John Michael Criley and Marc J. Girsky, Circulation. 2007;115:e461</p>
<p>19. Hands-Only (Compression-Only) Cardiopulmonary Resuscitation: A Call to Action for Bystander Response to Adults Who Experience Out-of-Hospital Sudden Cardiac Arrest, Michael R. Sayre et al. Circulation. 2008;117:2162-2167</p>


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		<title>Esclarecimento à População</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 16:16:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[MEDICINA  TRADICIONAL &#8211; FEBRAMET ESCLARECIMENTO À POPULAÇÃO A Medicina Tradicional e as corporações médicas reacionárias Como médico e membro do Sindicato dos Médicos de Brasília, venho fazer alguns esclarecimentos importantes ao povo do magnânimo estado do Rio Grande do Sul, quanto à questão da Medicina Tradicional &#8211; MT, em matérias pagas em jornais e rádio, [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;" align="center"><strong><span style="font-size: 10pt; color: #17365d;">MEDICINA  TRADICIONAL &#8211; FEBRAMET</span></strong></p>
<p style="text-align: center;" align="center"><span style="font-size: 10pt; color: red;">ESCLARECIMENTO À POPULAÇÃO</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt;"> <strong>A Medicina Tradicional e as corporações médicas reacionárias</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt;">Como médico e membro do Sindicato dos Médicos de Brasília, venho fazer alguns esclarecimentos importantes ao povo do magnânimo estado do Rio Grande do Sul, quanto à questão da Medicina Tradicional &#8211; MT, em matérias pagas em jornais e rádio, de autoria do SIMERS -  Sindicato dos Médicos do Rio Grande do Sul.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt;">A Medicina Tradicional <strong>não</strong> é uma especialidade médica ou sistema médico isolado, mas um conjunto de práticas integradas, composto por uma filosofia milenar, adotada e difundida mundialmente pelo órgão máximo de saúde do planeta, a Organização Mundial de Saúde (OMS). O Brasil, como signatário e país membro da OMS, adotou a Medicina Tradicional, haja vista a publicação das Portarias 971 e 853, do Ministério da Saúde, que lançou em 2006 o Programa Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) e a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterapia, ambas com base na MT. Da Medicina Tradicional fazem parte importantes práticas como a fitoterapia, a acupuntura, a homeopatia, a Medicina Antroposófica, a massoterapia e dezenas de outras.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt;">Mas é importante saber também que, por conceito, a MT engloba também a medicina científica e recursos farmacológicos, dentro de um protocolo bem definido e técnico. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt;">As colocações feitas recentemente pelo SIMERS, contra a MT, são infundadas e demonstram um espírito retrógrado, reacionário, proveniente de uma instituição que desconhece a realidade não só brasileira, mas do mundo da saúde atual. É tipicamente, também, uma atitude desesperada de um órgão que representa o corporativismo médico em sua ânsia de reserva de mercado, lutando contra uma força inevitável, inexorável, que é a inclusão de outros profissionais da área nas ações e programas de atenção à saúde, tanto públicos quanto privados. Isso já estava previsto, principalmente porque as entidades médicas mais conservadoras estão observando o crescimento da MT no Brasil, sendo que citamos como exemplo a iniciativa de São Paulo, onde as práticas complementares e integrativas de saúde são livremente oferecidas no serviço público. Também o Rio de Janeiro, no mês passado, transformou em Lei o mesmo sistema e a população já pode se beneficiar com métodos não convencionais de medicina. É importante lembrar que a acupuntura e a homeopatia, também são especialidades médicas, assim como de outras profissões da saúde.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt;">Cito como de suma relevância a brilhante matéria do Arcebispo de Porto Alegre, Dom Dadeus Grings em defesa dos princípios e dos aspectos democráticos e sociais da Medicina Tradicional. Obscura, porém a atitude do SIMERS que quando diz que “a Medicina é uma só”, se contradiz profundamente ao discriminar a MT. Essa postura reflete o completo desconhecimento do conceito de MT que, justamente, propõe a integração dos modelos médicos. Uma pena que essa instituição – que representa os médicos &#8211; esteja adotando essa atitude e, ao observarmos a insistência com que deflagram essa sombria campanha contra a MT, só se expõe ao ridículo perante uma população que está identificada culturalmente com as bases filosóficas da MT. O que exige crítica (e está sendo criticado) é o modelo médico vigente, com bases farmacológicas, que obedece cegamente os interesses do lado negro da indústria farmacêutica, a influenciar o ensino e a prática médica em direção a limitar as ações médicas ao uso de remédios, em sua maioria sintomáticos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt;">Numa época de “desmedicalização” das ações de saúde, fica deslocada e anacrônica essa reação &#8211; desnecessária – de entidades médicas que demonstram, assim, carência de informações atualizadas, de consciência cívica e, fundamentalmente, de responsabilidade social.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt;">Não há mais como impedir a difusão de uma nova doutrina de saúde que hoje ganha o mundo, como direito inalienável dos povos da Terra. E toda instituição que se opuser a isso não terá sucesso ou futuro e acabará indo para a lata do lixo da História.</span></p>
<p><span style="font-size: 7pt;"> </span></p>
<p><span style="font-size: 10pt;">Dr. Rodolfo Marcio Lapa Bontempo CRM-DF 15.458</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt;">Médico Sanitarista</span></p>
<p><strong><span style="font-size: 10pt;">Presidente da FEBRAMET</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 10pt;">Federação Brasileira de Medicina Tradicional</span></strong></p>
<p><span style="font-size: 10pt;">Brasília &#8211; DF</span></p>


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		<title>Os Quatro Temperamentos</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 13:07:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A mais de 2000 a.C. Hipócrates já descreveu os quatro temperamentos básicos do ser humano. Apesar dos avanços da medicina, podemos verificar que eles ainda permanecem bastante atuais: &#8220;Hipócrates  (460 a 370 a.C.) é frequentemente chamado de &#8216;Pai da Medicina&#8217; (&#8230;) &#8216;O interesse de Hipócrates pelas características do temperamento é notável, especialmente quando se considera [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>A mais de 2000 a.C. Hipócrates já descreveu os quatro temperamentos básicos do ser humano.</p>
<p>Apesar dos avanços da medicina, podemos verificar que eles ainda permanecem bastante atuais:</p>
<p><em>&#8220;Hipócrates  (460 a 370 a.C.) é frequentemente chamado de &#8216;Pai da Medicina&#8217; (&#8230;) &#8216;O interesse de Hipócrates pelas características do temperamento é notável, especialmente quando se considera a relativa negligência deste importante problema no mundo hodierno da psicologia. Como resultado de suas observações, Hipócrates distinguiu os quatro temperamentos: o sanguíneo, o melancólico, o colérico e o fleumático(&#8230;)&#8221;</em></p>
<p><em>(&#8230;) &#8216;Emanuel Kant, filósofo alemão, foi provavelmente o que mais influência teve na divulgação da idéia dos quatro temperamentos na Europa. Embora incompleta, a sua descrição dos quatro temperamentos em 1798 foi bem interessante: A <strong>pessoa sanguínea</strong> é alegre, esperançosa; atribui grande importância àquilo que esta fazendo no momento, mas logo em seguida pode esquecê-lo. Ela tem intenção de cumprir suas promessas, mas não as cumpre por nunca tê-las levado suficientemente a sério a ponto de pretender vir a ser um auxílio para os outros. O sanguíneo é um mau devedor e pede constantemente mais prazo para pagar. É muito sociável, brincalhão, contenta-se facilmente, não leva as coisas muito a sério, e vive rodeado de amigos. O sanguíneo, embora não sendo propriamente mau, tem dificuldade de cometer seus pecados; ele pode se arrepender, mas sua contrição (que jamais chega  ser um sentimento de culpa) é logo esquecida. Ele se cansa e se entendia facilmente com o trabalho, mas constantemente se entretém com coisas de somenos &#8211; o sanguíneo carrega consigo a instabilidade, e o seu forte não é a persistência.</em></p>
<p><em>&#8216;As pessoas com tendência para a <strong>melancolia</strong> atribuem grande importância a tudo o que lhes concerne. Descobrem em tudo uma razão para a ansiedade e em qualquer situação notam primeiro as dificuldades.</em></p>
<p><em>&#8216;Não fazem promessas com facilidade, porque insistem em cumprir a palavra e pesa-lhes considerar se será ou não possível cumpri-la. Agem assim, não devido a consideração de ordem moral, mas ao fato de que o interrelacionamento com os outros preocupa sobremaneira o melancólico, tornando-o cauteloso e desconfiado. É por esta razão que a felicidade lhe foge.</em></p>
<p><em>&#8216;Dizem do <strong>colérico</strong> que ele tem a cabeça quente, fica agitado com facilidade, mas se acalma logo que o adversário se dá por vencido. Ele se aborrece, mas seu ódio não é eterno. Sua reação é rápida mas não persistente. Mantém-se sempre ocupado, embora o faça a contragosto, justamente porque não é perseverante; prefere dar ordens, mas aborrece-o ter que cumpri-las. Gosta de ver reconhecido o seu trabalho e adora ser louvado publicamente. Dá muito valor às aparências, à pompa e à formalidade; é oprgulhosos e cheio de amor próprio. É avarento, polido e cerimonioso; o maior golpe que pode sofrer é uma recusa a obedecerem suas determinações. Enfim, o temperamento colérico é o mais infeliz por ser o que mais provavelmente atrairá oposição.</em></p>
<p><em>&#8216;<strong>Fleuma</strong> significa falata de emoção e não preguiça; implica uma tendência a não se emocionar com facilidade nem se mover com rapidez, e sim com moderação e persistência. A pessoa fleumática se aquece vagarosamente, mas retém por mais tempo o calor humano. Age por princípio, não por instinto; seu temperamento feliz pode suprir o que lhe falta em sagacidade e sabedoria. Ela é criteriosa no trato com as pessoas e geralmente consegue o que quer, persistindo em seus objetivos, enquanto, aparentemente, esta cedendo aos outros.&#8221;<br />
</em></p>


<p>Nenhum artigo relacionado.</p>]]></content:encoded>
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		<title>A História da Medicina Complementar e Alternativa &#8211; Parte 1</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 13:38:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina Alternativa]]></category>
		<category><![CDATA[medicina complementar]]></category>

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		<description><![CDATA[Começo aqui mais uma série de artigos sobre a História da Medicina Complementar e Alternativa. O texto foi escrito por James C. Whorton. Considerações Gerais É muito recente a noção de medicina complementar, isto é, da possibilidade de se combinar tratamentos, em geral não empregados (ou não reconhecidos) pelos médicos alopatas junto com a terapêutica [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Começo aqui mais uma série de artigos sobre a História da Medicina Complementar e Alternativa.</p>
<p>O texto foi escrito por James C. Whorton.</p>
<p><strong>Considerações Gerais</strong></p>
<p>É muito recente a noção de medicina complementar, isto é, da possibilidade de se combinar tratamentos, em geral não empregados (ou não reconhecidos) pelos médicos alopatas junto com a terapêutica convencional, equilibrando-a e completando-a.</p>
<p>Antes da década de 1990, as terapias não convencionais eram amplamente disseminadas pelos profissionais de medicina como opostas é incompatíveis com a prática médica científica. O próprio termo <em>alternativa</em>, que vinha sendo usado desde a década de 1970, não era aceito pelos alopatas de gerações anteriores, o que comprometia a respeitabilidade dos medicamentos não alopáticos. Historicamente, os termos preferidos pelos médicos eram <em>medicina irregular, medicina marginal, medicina sectária, ritos médicos</em> e <em>charlatanismo</em> &#8211; todos pejorativos.</p>
<p>Conhecer o desenvolvimento histórico da medicina complementar é essencial para a compreensão da orientação filosófica que interliga muitos sistemas de práticas alternativas. Mesmo que um sistema alternativo se declare como cura natural (descrição favorita no jargão do século XIX), cura sem medicamentos (termo popular no início do século XX) ou cura holística (termo adotado desde a década de 1970), a medicina alternativa tem se reconhecido, desde o seu início, no final do século XVIII (antes disso não havia um reconhecimento destas formas de cura, sendo tudo tratado como crendices inócuas) como prestadora de uma abordagem distinta para terapia e para as interações médico-paciente. Essa perspectiva distinta é delineada, ironicamente, a partir dos trabalhos do mesmo médico que os ortodoxos reverenciam como o &#8220;pai&#8221; da sua medicina: Hipócrates. Dessa forma, pode-se pensar na filosofia médica complementar como a heresia hipocrática.</p>
<p><strong>As origens da Medicina Alternativa</strong></p>
<blockquote><p><em>Quando digo que a confiança geral que até aqui existiu na ciência e na arte da medicina [...] foi violentamente abalada nos últimos anos e agora se encontra muito diminuída e prejudicada [...] estou dizendo apenas o que todos sabem ser verdade. A influência que a medicina exercia sobre a mentalidade popular esta enfraquecida; há um ceticismo disseminado sobre seu poder de curar doenças, e encontram-se pessoas em todos os lugares que negam suas pretensões como ciência e rejeitam os benefícios e bênçãos que ela lhes oferece como uma arte.</em></p></blockquote>
<p>Essa queixa parece moderna o suficiente para ter sido efetuado nos noticiários da semana passada. Na verdade, ela foi publicada em 1848. Naquela época, como atualmente, o sinal mais claro da erosão da confiança popular na medicina alopática era o rápido crescimento (em relação às duas décadas anteriores) de sistemas rivais que se declaravam mais seguros e mais eficientes do que a medicina convencional. Esses sistemas começaram a aparecer na virada do século, principalmente como protesto contra as sangrias e punções &#8211; entre outras medidas heróicas praticadas pelos médicos da época; na realidade, havia mais motivo para revoltas do que somente para insatisfação em relação aos padrões de terapias. Existiam alternativas para os métodos convencionais de cura antes do século XIX; tanto a medicina popular quanto o charlatanismo foram opções durante séculos. Porém, as diferentes versões de medicina alternativa &#8211; como eram deliberadamente chamadas mesmo nas primeiras décadas do século XX &#8211; formavam um departamento distinto. Elas eram sistemas reais de tratamento. Os praticantes de cada uma &#8211; tanto por sua oposição à prática médica, quanto por diferenças na percepção teórica e nos regimes terapêuticos &#8211; uniam-se em associações locais, estaduais, até nacionais e, ainda, por meio de publicação de seus próprios jornais e da condução de suas próprias escolas. Essencialmente, as medidas eram profissionalizantes e, no final da década de 1840, essa contracultura médica dominava cerca de 10% do mercado de saúde.</p>


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		<title>Respondendo a perguntas dos pacientes</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Jun 2009 13:26:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandro</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[pacientes]]></category>
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		<description><![CDATA[O ENSINO DA MTC E ACUPUNTURA AOS PACIENTES Quando o paciente não tem experiência anterior com a prática da acupuntura ou da Medicina Tradicional Chinesa (MTC), normalmente vem com uma de perguntas, que salvo algumas exceções, normalmente são sempre semelhantes. Refletir e desenvolver respostas com antecedência são úteis, principalmente quando não há pressão de tempo [...]


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<p><strong>O ENSINO DA MTC E ACUPUNTURA AOS PACIENTES</strong></p>
<p>Quando o paciente não tem experiência anterior com a prática da acupuntura ou da Medicina Tradicional Chinesa (MTC), normalmente vem com uma de perguntas, que salvo algumas exceções, normalmente são sempre semelhantes.</p>
<p>Refletir e desenvolver respostas com antecedência são úteis, principalmente quando não há pressão de tempo ou de concentração na hora do tratamento.</p>
<p>Normalmente, a maior parte das perguntas será feita ou por telefone ou na primeira consulta/sessão, e para respondê-las corretamente, o mais importe é que você as escute com atenção. Assim, o paciente vai saber que você o escutou, entendeu o que ele queria saber e o respondeu de forma satisfatória.</p>
<p>Muito cuidado ao responder as perguntas para um paciente que nunca teve contato anterior com a acupuntura ou a MTC. Existem muitos itens que podem ser confusos para o paciente não habituado com a MTC, tais como os nomes dos órgãos e suas funções, que são diferentes na Medicina Ocidental; terminologias usuais como <em>&#8220;invasão&#8221;, &#8220;deficiência&#8221;, &#8220;estagnação&#8221;</em>, <em>Qi, Yin, Yang</em>, entre outros, que para o paciente ocidental pode ser de difícil compreensão.</p>
<p><strong>QUESTÕES COMUNS SOBRE ACUPUNTURA E MTC</strong></p>
<p><em>Como a acupuntura funciona?</em></p>
<p>Pergunte ao paciente se esta familiarizado com a MTC, o que dará uma dica sobre o grau de conhecimento a ser transmitido. Uma pessoa nova na acupuntura pode ficar satisfeita com essa pequena descrição: &#8220;O corpo humano contem um sistema de trajetos, ou meridianos, através do qual a energia vital, chamada Qi, circula&#8221;. Quando o fluxo de Qi esta bloqueado, ou em desequilíbrio, surge uma doença. Quando agulhas são colocadas em um ou mais dentre as centenas de pontos na pele, que estão conectados aos meridianos, estimulam o fluxo de energia, que parece desencadear vários mecanismos de autocura do corpo. A aplicação de calor ou a pressão feita com os dedos nesses pontos também estimula o fluxo de energia, mas a aplicação de agulhas é o mais efetivo.</p>
<p><em>A acupuntura dói?</em></p>
<p>Quando feita por um profissional bem treinado, não deve doer. Você pode explicar que, às vezes alguns pontos são mais sensíveis que outros devido à movimentação do Qi, e à proximidade de certos pontos com feixes nervosos sensíveis.</p>
<p><em>Você usa agulhas descartáveis?</em></p>
<p>Esta parece ser uma questão básica. Entretanto, os pacientes frequentemente se preocupam com histórias sobre possíveis infecções transmitidas por práticas não corretas de acupuntura ou outro tipo de terapia. Eles precisam ser assegurados de que você sempre pratica procedimentos estéreis.</p>
<p><em>O que significa quando você olha para minha língua e sente o meu pulso?</em></p>
<p>A língua e o pulso são ferramentas importantes na medicina chinesa. A aparência da língua e os diferentes tipos e qualidades de pulso indicam qualquer desequilíbrio no fluxo de energia dos vários sistemas de órgãos, e através deles detectamos as diferentes alterações no fluxo de energia vital no organismo do paciente, facilitando a escolha correta dos pontos a serem utilizados.</p>
<p><em>O que fez você decidir ser acupunturista?</em></p>
<p>Muitos profissionais tem uma história pessoal para compartilhar sobre seu problema de saúde ou de alguém próximo que foi curado com acupuntura. Os pacientes apreciam e são sensíveis pela sua paixão pelo trabalho.</p>
<p><em>Você trata pessoas com a minha doença?</em></p>
<p>Você pode não ter tratado essa doença antes, mas tem competência para tratar. Se não se sente exatamente seguro de como proceder, é justo que proceda a um equilíbrio geral no paciente e depois vá pesquisar os detalhes mais específicos para a próxima sessão.</p>
<p><em>O que o meu diagnóstico da Medicina Chinesa significa?</em></p>
<p>Se, por exemplo, é feito um diagnóstico de uma deficiência do Yin do Rim, tranquilize o paciente de que não significa necessariamente que o rim tenha um problema, mas que o padrão de energia total do corpo esta desequilibrado, neste caso em particular, a função da energia de umedecimento da nutrição (energia do Rim). Cabe repetir ao paciente que os nomes dos órgãos na medicina chinesa quase sempre tem um significado diferente do usado na medicina ocidental. Isso também ajuda a prevenir enganos do profissional com o paciente. É saído que os pacientes procuram seus médicos para a realização de exames para verificar a disfunção no suposto órgão que esta com a energia alterada.</p>
<p><em>Quantas sessões serão necessárias e com que frequência?</em></p>
<p>É claro que esta é uma resposta individual, variando conforme cada caso, mas em geral depende se o tratamento do paciente é para uma doença aguda, crônica ou para manutenção. Você pode dizer que, durante a fase aguda, os tratamentos são mais fáceis de serem resolvidos e rapidamente os pacientes se sentem aliviados. Tranqüilize-o de que cada tratamento reforça o anterior. Com a melhora dos sintomas, os tratamentos não serão tão frequentes, mas será ainda necessário que sejam feitos, em certos intervalos, para manter a melhora e ajustar os desequilíbrios ou os problemas de base. Via de regra, para problemas agudos podemos, normalmente, fazer entre duas e cinco sessões; para problemas crônicos, pode variar de 10 até um número imprevisível de sessões.</p>
<p><em>Posso levar um acompanhante durante o tratamento?</em></p>
<p>Na maioria das vezes trata-se o paciente sozinho, até mesmo na primeira consulta. Entretanto, há circunstâncias em que é melhor um amigo ou um familiar acompanhar o paciente. Por exemplo, seria bom para um idoso ser acompanhado de um adulto jovem, seja para conhecer a doença como para conhecer as formas de tratamento e receber as orientações para cuidados em casa. O mesmo se aplica para pacientes com problemas mentais, ou então se o paciente estiver muito enfraquecido pode precisar de ajuda para se posicionar na maca.</p>
<p><em>Durante o tratamento devo interromper a medicação?</em></p>
<p>Os acupunturistas não tem direito de fazer recomendações sobre isso. Pode ser dito aos pacientes que frequentemente é possível diminuir a medicação, mas primeiro os sintomas devem melhorar (por exemplo, o nível de açúcar no sangue, em caso de diabetes). Eles devem ser encorajados a monitorar seus progressos, e consultar os seus médicos para checar a dosagem de seus medicamentos.</p>
<p><em>Da última vez não senti qualquer dor, mas hoje as agulhas estão doloridas. Por que isso?</em></p>
<p>Embora você use a mesma técnica e o mesmo grupo de pontos, algumas vezes o paciente tem outras sensações no agulhamento, diferentes das habituais.</p>
<p>A explicação mais provável é que os meridianos do paciente estão se abrindo e a energia esta começando a fluir. Esse é um bom sinal, o corpo está respondendo e se tornando mais sensível ao tratamento. Geralmente os sintomas do paciente estão ao mesmo tempo melhorando, então não se preocupe com o aumento da sensibilidade.</p>
<p>Outra razão pode ser porque o paciente chegou ao seu consultório apressado ou logo após ter se exercitado e então a energia esta mais próxima à superfície, na pele. Nesse caso, é melhor convidar a pessoa a relaxar durante algum tempo na sala de espera, antes de começar o tratamento.</p>
<p><em>Fiz uma ou duas sessões e agora me sinto como se estivesse ficando pior. Por quê?</em></p>
<p>Os efeitos da acupuntura são cumulativos, então em algumas condições pode levar algum tempo para o tratamento começar a produzir resultados mensuráveis e pode parecer que os eu estado de saúde esteja piorando. Essa queda repentina é chamada de &#8220;crise curativa&#8221;. A crise curativa é mais frequente aparecer em  síndromes <em>Bi</em> e outras doenças dolorosas que envolvam extremidades. Se os pacientes forem advertidos dessa possibilidade, se sentirão menos alarmados nessa situação.</p>


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		<title>As doenças como forma de comunicação</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 15:08:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Texto recebido por e-mail, citado uma fonte no final. Caso este texto tenha sido publicado anteriormente em algum blog, favor me mandar um e-mail para que eu possa colocar os créditos. Até pouco tempo atrás, creditar padrões emocionais para doenças era uma verdadeira temeridade. Mas os fatores psicossomáticos foram se revelando como causas de inúmeras [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Texto recebido por e-mail, citado uma fonte no final. Caso este texto tenha sido publicado anteriormente em algum blog, favor me mandar um e-mail para que eu possa colocar os créditos.</em></p>
<p style="text-align: center;"><a title="Emoções Básicas / Classificação por vendomundo, no Flickr" href="http://farm4.static.flickr.com/3255/2588003158_59470ce9c9.jpg"><img class="aligncenter" src="http://farm4.static.flickr.com/3255/2588003158_59470ce9c9.jpg" alt="Emoções Básicas / Classificação" width="400" height="310" /></a></p>
<p>Até pouco tempo atrás, creditar padrões emocionais para doenças era uma verdadeira temeridade. Mas os fatores psicossomáticos foram se revelando como causas de inúmeras patologias e hoje se constituem num instrumento valioso na condução do processo de cura. Sabe-se que a doença se origina na mente e não no físico, por isso a cura precisa ser encontrada na mente para materializar-se no corpo, e não ao contrário. Em entrevista ao jornal O Tempo, Cristina Cairo fala sobre seu processo de despertar, a observação do ser humano como um complexo interligado entre corpo e espírito e a sensibilidade subjetiva que norteia o seu trabalho de leitura dos padrões emocionais e a relação doentia que eles criam com o corpo. A relação apresentada por ela entre as emoções e as doenças é fruto de uma  copilação de estudos da filosofia budista, da medicina chinesa, medicina egípcia, psicologia e inúmeras pesquisas realizadas em mais de 20 anos de trabalho com a Linguagem do Corpo.</p>
<p><strong>Você acredita que as pessoas estão se tornando mais conscientes dos sinais emitidos pelo seu corpo e de qualquer forma a compreensão dessa linguagem pode beneficiá-las?</strong></p>
<p>Percebo que a maioria das pessoas ainda não tem consciência dos sinais emitidos pelo seu corpo. A luz do corpo é um guia para a pessoa perceber-se, corrigir-se e direcionar sua vida para um reino harmonioso e feliz onde ela consegue ver onde estão os obstáculos para sua prosperidade. Quando sua conduta, palavras e seus pensamentos são bem direcionados levam-na à evolução espiritual, à saúde total e à realização dos sonhos.</p>
<p><strong>Por que o ser humano adoece tanto? </strong></p>
<p>Porque desconhece que é responsável pelo seu destino. A doença é uma forma primária de expressão do que o indivíduo sente e pensa e uma forma de comunicação para aqueles que desconhecem o poder da auto-estima e do perdão. Quando se compreende o motivo alheio, o perdão é inevitável. O verdadeiro perdão cura o corpo e o destino como um passe de mágica. A linguagem do corpo só revela para o consciente aquilo que o inconsciente esconde atrás da nossa ignorância.</p>
<p><strong>Cite alguns exemplos de como as emoções podem levar à doença.</strong></p>
<p>A cabeça, sendo centro da razão, fala sobre flexibilidade ou falta dela, a relação com a autoridade e com os pais. A coluna vertebral é o suporte do corpo e representa as raízes genealógicas e tudo que suportamos dos obstáculos da vida. As articulações simbolizam a flexibilidade ou a falta dela com relação às mudanças e outras pessoas. Os ossos simbolizam a estrutura e a formação da personalidade ou da autoridade. Os braços, a ambição, o trabalho, o desejo de realização profissional e de perseguir ideais. As pernas representam nosso caminhar pela vida. A pele, a proteção da nossa individualidade. A gordura é uma proteção que a pessoa cria contra problemas externos. Problemas cardíacos resultam do sofrimento contido, medo de perdas, sentimento de vingança. Intestino preso é retenção de coisas do passado. Problemas nos pulmões demonstram bloqueio de motivação da vida. Pessoas que não estão suportando mais os seus aborrecimentos passam a ter dificuldades com a bexiga que simboliza o “suportar”.</p>
<p>Quando uma mulher é dependente de alguém que a tolhe em sua criatividade e é obrigada a deixar de fazer o que gosta, seu útero reage com dores e atraso menstrual. O câncer é um distúrbio celular, é resultado de tumores mentais formados por orgulho excessivo e intransigências. A Aids é considerada incurável pela medicina, mas, na realidade, está no grupo das doenças de autopunição.</p>
<p><strong>De que forma as pessoas podem eliminar esses padrões emocionais negativos?</strong></p>
<p>Caso a doença que você tenha procurado não foi encontrada, não se preocupe. Muitas doenças são curadas sem ao menos se saber os motivos da cura. Basta analisar sua conduta perante seus familiares, superiores e pessoas íntimas e descobrir com quem você está em conflito, mesmo com pessoas já falecidas. Perdoe todas essas pessoas, saiba voltar ao passado, sem ressentimentos.</p>
<p>Descubra se você está em desarmonia com alguém ou se ainda guarda tristezas por acontecimentos do passado.</p>
<p>Na sutra sagrada da Seicho-no-ie lê-se: “Reconcilia-te com todas as coisas do céu e da terra. Quando houver a reconciliação com todas as coisas do céu e da terra, tudo será teu amigo. Quando todo o universo se tornar teu amigo, coisa alguma do universo poderá causar-te dano. Se fores ferido por algo ou se fores atingido por micróbios ou por espíritos baixos é prova de que não há reconciliação entre ti e todas as coisas da terra e do céu…”</p>
<p><strong>Fonte: Linguagem do corpo &#8211; Cristina Cairo</strong></p>


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		<title>Em tempos de gripe suína&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 08 May 2009 14:51:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colaborações]]></category>
		<category><![CDATA[Dietoterapia]]></category>
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		<description><![CDATA[A saúde é subversiva. Exatamente. Porque ela não dá lucro a ninguém. Promover a saúde é muito simples mas ao mesmo tempo dá muito pouco ibope porque você tem que ficar falando das mesmas coisas sempre: comer bem, dormir bem, respirar bem, se movimentar, ter uma boa relação afetiva&#8230; Nada disso é pirotécnico, nada disso [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p align="left"><strong><span style="font-family: Arial;">A saúde é subversiva.</span></strong></p>
<p align="left"><span style="font-family: Arial;">Exatamente. Porque ela não dá lucro a ninguém.     <span style="color: #ff0000;">Promover a saúde é muito simples mas ao mesmo tempo dá muito pouco ibope porque você     tem que ficar falando das mesmas coisas sempre: comer bem, dormir bem, respirar bem, se     movimentar, ter uma boa relação afetiva&#8230;</span> Nada disso é pirotécnico, nada disso     provoca escândalo. O que faz <span style="color: #ff0000;">escândalo é um vírus novo que está matando não sei     quantas pessoas desnutridas num país paupérrimo, onde qualquer coisa mata, e uma vacina     americana que vai salvar todos nós de futuras doenças misteriosas</span>. Você ter saúde é a     melhor forma de contrariar esse capitalismo desumano que está aí.(<em>grifos nossos)<br />
</em></span></p></blockquote>
<p align="left"><span style="font-family: Arial;">Em tempos de<a href="http://zhenjiu.com.br/gripe-suina-mu…ra-se-proteger/ "> </a><a href="http://zhenjiu.com.br/gripe-suina-mudando-a-mente-para-se-proteger/">gripe suína</a>, achei este maravilhoso trecho de uma entrevista concedida pela jornalista e escritora Sonia Hirsch, que está disponível na íntegra neste endereço: <a href="http://correcotia.com/sonia/promovendo_a_saude.htm">Promovendo a Saúde</a>.</span></p>
<p align="left"><span style="font-family: Arial;">Recomendo tanto ler a entrevista quanto visitar o site da Sonia, o <a href="http://correcotia.com/">Corre Cotia</a>, quanto ler o seu blog <a href="http://www.soniahirsch.com/">Deixa Sair</a> e os seus livros, que para nós, amantes de uma terapêutica holística e simples, trazem ensinamentos e informações maravilhosos.<br />
</span></p>


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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Como adoecemos&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 05 May 2009 12:14:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acupuntura]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Teorias de Base da MTC]]></category>
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		<description><![CDATA[Desde os primórdios de nossa evolução que entendemos que a doença não aparece do nada. Xamãs e Pajés nos explicavam (e muitos ainda explicam) que doenças são obras de espíritos maléficos ou retribuição de alguma forma de divindade pelos nossos erros. Durante a evolução desse pensamento a Medicina Tradicional Chinesa (MTC &#8211; Acupuntura) e a [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignnone" style="width: 385px"><a title="Practicas de acupuntura por germeister, no Flickr" href="http://farm4.static.flickr.com/3187/2934484826_3cfaff3a0b.jpg"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3187/2934484826_3cfaff3a0b.jpg" alt="Practicas de acupuntura" width="375" height="500" /></a><p class="wp-caption-text">Antigo modelo de madeira com mapa dos meridianos</p></div>
<p>Desde os primórdios de nossa evolução que entendemos que a doença não aparece do nada. <span>Xamãs</span> e <span>Pajés</span> nos explicavam (e muitos ainda explicam) que doenças são obras de espíritos maléficos ou retribuição de alguma forma de divindade pelos nossos erros.</p>
<p>Durante a evolução desse pensamento a Medicina Tradicional Chinesa (<span>MTC</span> &#8211; <span>Acupuntura</span>) e a Medicina Ocidental (<span>Alopática</span>/Baseada em Evidências) tomaram rumos muito distintos.</p>
<p>Enquanto as etiologias da <span>MTC</span> estão imutáveis há mais de 3000 anos, a Medicina Ocidental está em uma constante busca por novos e mais refinados métodos para entendermos da onde vem nossas doenças.</p>
<h4>MEDICINA OCIDENTAL</h4>
<p>Hoje sabemos que a antiga teoria de que &#8220;doença vem de fora&#8221; não é tão mais correta. Por mais elaborado que seja o microscópio, muitas vezes não conseguimos descobrir nenhum <span>microrganismo</span> (bactéria, fungo, parasita, vírus), que possamos culpar como causador dessa ou daquela doença. Algumas vezes é nosso próprio corpo que de uma forma ou de outra cria o <span>fator</span> que está nos fazendo mal.</p>
<p>Muitas doenças que antes eram incuráveis estão sendo investigadas para se descobrir de que gene, que <span>cromossomo</span>, qual proteína está causando esse quadro. Isso foi uma grande evolução e ajudou muito a entendermos o funcionamento do nosso sistema nervoso, endócrino (hormonal) e imunológico (de defesa).</p>
<p>Hoje existem pesquisas muito grandes e bem patrocinadas em medicina do <span>placebo</span> (a famosa &#8220;pílula de açúcar&#8221; que é dada como se fosse remédio de verdade e acaba curando a pessoa de muitas doenças, inclusive Câncer) e a medicina somática (onde se estudam as emoções e como isso pode levar a doenças). No entanto não são todos os médicos que aceitam essas pesquisas e não são todas as doenças que podem ser explicadas e curadas por esses modelos.</p>
<p>A maior limitação do modelo <span>atual</span> de Medicina Baseada em Evidências, é que muitas vezes não se encontra nada para explicar de onde vem essa ou aquela doença. E acaba se dizendo que a doença é &#8220;idiopática&#8221; que se traduz como &#8220;sem causa&#8221;.</p>
<p>E se uma doença não tem causa, fica muito difícil tratá-la, pois os esforços de cientistas e da indústria farmacêutica em geral foi no sentido de achar a causa e a &#8220;cura&#8221; para essa causa específica. <a href="http://medicinaeacupuntura.blogspot.com/2007_11_18_archive.html"></a></p>
<h4>MEDICINA TRADICIONAL CHINESA</h4>
<p>Existem apenas 3 formas de se ficar doente na <span>MTC</span>: Internas, Externas e Nem internas/Nem Externas.</p>
<p><strong>INTERNAS</strong>: São as emoções. Na <span>MTC</span> sempre se soube que as <a href="http://zhenjiu.com.br/?p=93">emoções </a>são uma das causas mais importantes de doenças. As Cinco principais <a href="http://zhenjiu.com.br/?p=11">emoções</a> prejudiciais são:</p>
<p><strong>Melancolia/Tristeza ;<br />
Medo/Ciúme ;<br />
Raiva/<span>Frustração</span> ;<br />
Inconsequência/Excesso de Alegria Aparente ;<br />
Preocupação/Pensamentos Recorrentes.</strong></p>
<p>Lógico que cada um desses termos tem conotações diferentes para as diferentes pessoas, mas se bem analisados todos nossos sentimentos negativos podem ser classificados em uma dessas Cinco Categorias.</p>
<p><strong>EXTERNAS:</strong> São os <span>fatores</span> Climáticos. O clima é sempre presente, o corpo humano se relaciona com os <span>fatores</span> climáticos de maneira complexa. As causas Climáticas de interesse são:</p>
<p><strong>Secura;<br />
Frio;<br />
Vento;<br />
Calor de Verão;<br />
<span>Umidade</span>.</strong></p>
<p>Esses <span>fatores</span> isolados ou em combinações causam todo tipo de doença. Um Vento Frio pode causar desde Má Digestão até Paralisias Faciais. Um Calor <span>Úmido</span> pode causar desde Excesso de Espinhas e Alergias até Inflamações e Furúnculos. E assim por diante.</p>
<p><strong>NEM INTERNAS / NEM EXTERNAS:</strong> Esse agrupamento é tudo o mais que possa causar um desequilíbrio. Engloba:</p>
<p><strong>Alimentação,<br />
Excesso de Trabalho,<br />
Excesso de <span>Atividade</span> Física /Mental / Sexual<br />
Traumas e <span>Lesões</span><br />
<span>Parasitoses</span> e outras alterações por animais e plantas.</strong></p>
<p>Interessante notar que nos textos antigos de Medicina Chinesa a maneira mais comum de adoecermos era de Etiologia Externa (climática) e agora a maneira mais comum de adoecermos passou para a Interna (emoções) e Nem Interna / Nem Externa (<span>excesso</span> de trabalho, <span>estresse</span>, alimentação <span>incorreta</span>).</p>
<p>Com essa classificação a <span>MTC</span> consegue de maneira muito segura fazer o tratamento de doenças tão distintas como Câncer e &#8220;bola na <span>garganta</span> que sobe e desce&#8221;.</p>
<p>Por isso que muitas vezes as pessoas com a mesma queixa podem ter tratamentos muito distintos e queixas distintas podem ter os tratamentos muito parecidos. Ex.: Dores de garganta podem ser devido a invasão de Frio ou de Secura e os tratamentos são diferentes. Enquanto constipação e enxaqueca terem tratamentos muito parecidos.</p>
<p>O problema com o modelo de <span>MTC</span> é que a individualização é minuciosa, isso não chega a ser um problema para o paciente, mas quando vamos tentar uma terapia ou um jeito de conduzir o caso de um certo paciente não podemos nos basear em informações sobre pessoas que tiveram o mesmo <span>sintoma</span> no passado. E isso causa confusão e uma lentidão na evolução de novas modalidades terapêuticas. Além disso é essa a limitação fundamental para que a <span>MTC</span> não consiga ser &#8220;100% Científica&#8221;, pois grandes grupos de pessoas com o mesmo sintoma, não necessariamente serão tratadas do mesmo jeito.</p>
<p>Acredito que a Medicina Ocidental seja uma ótima companheira da Medicina Tradicional Chinesa pois sem uma estaríamos presos nas limitações da outra, e vice versa.<br />
A Medicina Ocidental poderia se beneficiar muito com a individualização de cada caso enquanto à MTC seria mais aceita se mais trabalhos científicos fossem apresentados comprovando sua eficácia.<br />
Não acredito que nenhuma dessas soluções seja fácil nem praticável a curto prazo com as informações disponíveis, mas acho que talvez em um futuro não tão distante possamos sonhar em uma medicina total, sem essa divisão de Ocidental e Tradicional Chinesa.</p>
<p>Existe <span>atualmente</span> uma corrente dentro da <span>MTC</span> que quer a todo custo fazer pesquisas o mais &#8220;Científicas&#8221; possível, desse modo dando alguma forma de &#8220;legitimação&#8221; da <span>MTC</span> perante a comunidade médica <span>internacional</span>.<br />
Embora eu acredite que esse esforço seja louvável, não acho que chegamos a um modelo em que conseguimos &#8220;<span>randomizar</span>&#8221; os grupos de modo satisfatório ainda.<br />
&#8220;<span>Randomizar</span>&#8221; é um termo para designar que o paciente que está se submetendo a um certo tratamento experimental não sabe se está usando o medicamento de verdade ou um <span>placebo</span>. Nas pesquisas mais modernas de <span>MTC</span> o que se faz é colocar agulhas em locais onde NÃO existem pontos de <span>acupuntura</span>, mas muita gente acredita que só o fato de inserir essas agulhas já é um tipo de tratamento.</p>
<p>Já na Medicina Ocidental existe um esforço para se desligar do modo Biológico/Determinista de classificar as doenças e suas causas e partir para o que em Medicina da Comunidade está se chamando de modelo etiológico <span>Bio</span>-Psico-<span>Socio</span>-Ambiental. Mas como esse modelo ainda está longe de estar &#8220;testado e aprovado&#8221; é uma corrente muito <span>incipiente</span> ainda.<br />
Mesmo no nosso <span>SUS</span> onde esse modelo seria de maior valor, fala-se muito nessa questão, mas na prática os Profissionais da Saúde em geral (Médicos, <span>Fisioterapeutas</span>, Psicólogos, Enfermeiros, Administradores de Saúde e etc&#8230;) pensam muito pouco nesse modelo e acabam usando o modelo Biológico/Determinista na maioria das tomadas de decisões.</p>


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