A Linguagem do Corpo

Assim como a sabedoria do universo revela por sinais não verbais tudo que precisamos saber, também o nosso corpo físico nos “fala” constantemente de como estão nossas emoções e nossos maiores conflitos.

Hoje sabemos, por estudos e experiências, que toda e qualquer reação do corpo corresponde a uma emoção ou comportamento, seja bom ou ruim.

Nesse mesmo pensamento, as doenças que contraímos, muitas vezes sem um motivo “lógico”, significam um sinal de como andam nossas emoções e nossos pensamentos em relação à vida e a nós mesmos ou em relação às pessoas de nosso convívio.

Aprender a ouvir o corpo, antes de tudo, é um bom exercício de autoconhecimento.

É possível analisar a situação familiar, profissional, amorosa, emocional de uma pessoa apenas conhecendo a sua doença ou o distúrbio físico que o incomoda.

De um modo geral e apenas para exemplificar, doenças ou acidentes que acontecem no lado direito ou no lado esquerdo do nosso corpo físico, ambos têm uma mensagem bem específica a nos dizer sobre o que está acontecendo com nosso lado emocional.

Doenças e acidentes no lado direito (yin) do corpo da mulher significam conflitos com outras mulheres que estão em sua vida (mãe, sogra, patroa, irmã, amiga, etc.). Pode ser também autocobrança excessiva consigo mesma, culpa inconsciente ou consciente.

No homem significam conflitos com mulheres ou situações não resolvidas (mãe, sogra, patroa, filha, etc.).

Doenças ou acidentes no lado esquerdo (yang) do corpo, na mulher significam conflitos com homens ou situações não resolvidas com algum homem em sua vida (pai, sogro, patrão, marido, filho, etc.). Pode ser mágoa, ressentimento, ódio, sentimento de vingança secreto, etc.

No homem (yang) significam conflito com outros homens (pai, sogro, filho, irmão) ou consigo mesmo: inflexibilidade, culpa inconsciente ou consciente, etc.

Para que o nosso corpo fique livre dessas psicossomatizações é necessário que haja uma auto-análise sincera e um reajuste na harmonia entre o yin-yang.

Descubra o motivo desse desequilíbrio e reconcilie-se com você mesmo e com as outras pessoas, mesmo que elas estejam em outro plano cósmico.

É muito importante para a nossa saúde estarmos bem com a nossa consciência.

O corpo é o reflexo daquilo que pensamos e acreditamos, e não poderá existir doença se não acreditarmos nela. Considerar a doença como o ponto principal do problema é o mesmo que considerar a sombra de nosso corpo como sendo ele mesmo. Apesar de a estarmos vendo, dela estar ali, é apenas um reflexo, uma projeção. Se a doença persiste, reflita a respeito do problema e tente descobrir qual é a emoção negativa que você vem alimentando em seu coração e que está projetando a doença, e “desligue-a” de sua mente através de afirmações positivas que ela desaparecerá. Exercite-se diariamente com afirmações positivas, evitando as contradições futuras.

Lembre-se, sempre que houver algum distúrbio físico presente, existe uma emoção, comportamento ou atitude correspondente em desequilíbrio que está por trás do problema.

Procure meditar sobre isso, e não esconder de si mesmo o que está realmente incomodando você. Ficar frente a frente com seu maior medo é o primeiro passo para vencê-lo. Você não precisa ser alguém acima do normal para conseguir grandes conquistas, você só precisa ser você mesmo e assumir todo o poder que está ao seu alcance, o poder de mudar a sua vida e fazer-se feliz.

Corações valentes também enfrentam o medo todos os dias, mas não param, continuam a caminhar.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Artigos Relacionados:

  1. Horários do Corpo Humano DESPERTAR (das 7hs às 8hs) – Quem gosta de acordar...

Related posts brought to you by Yet Another Related Posts Plugin.

This entry was posted in Uncategorized and tagged , , . Bookmark the permalink.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *

*

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>